A Teoria dos Três Vetores

Nem sempre escrevi textos sérios. E o de hoje faz, em 2015, uma década de publicação!

Apesar de ser completamente cretino, fez sucesso! Foi copiado no Orkut e mais uns lugares por aí. No fórum, tem mais de 30 verdinhas. Parece pouco, mas na época as verdinhas não existiam!

A prova de que sou o autor está no tópico em que esse texto foi publicado pela 1ª vez, em 2005!

E antes de lerem, uma última ressalva: o texto é só uma brincadeira! Uma besteira juvenil!

Ou não?

A TEORIA DOS 3 VETORES

A Teoria dos 3 Vetores é uma maneira de entender uma pessoa em pouco tempo. Principalmente as do sexo oposto, apesar de valer pra qualquer pessoa.

Quando você está interessado em alguém, o que realmente conta? Bom, o que realmente faz diferença é: beleza, inteligência e caráter. São 3 características bem comuns e desejáveis numa parceira(o).

Todos temos as 3 características em maior ou menor grau. Cada característica, ou vetor, tem valores de 0 pro “trubufu extreme” até 10 pra Ana Lima, Gisele Bunchen ou Sylvia Saint no ápice da carreira – como exemplo de beleza. Enfim, o que cada um achar o máximo, e nem um pouco menos. Por um exemplo: eu acho as pernas da Gisele Bunchen finas e ela não tem bunda nem quadril. Nota: 8,5.

BELEZA

Portanto, quando falamos de beleza, repare que não estamos falando aqui da vizinha bonitinha, ou da garota gostosinha que te mandou uma foto do blog. Estamos falando da beleza perfeita e absoluta (pra você). Pode ser que pra alguns seja a Liv Tyler com o corpo da Mari Alexandre ou pras moças seja o Brad Pitt ou Tom Cruise, sei lá.

INTELIGÊNCIA

Inteligência, o mesmo. Alguém que fale não sei quantas muitas línguas, toque um instrumento musical em concertos, ou pesquise a cura pruma doença. O 10 absoluto.

CARÁTER

Caráter, tem que ser alguém que trabalhe numa ONG, que ensine deficientes ou seja voluntário numa instituição penal. Que seja a Madre Teresa. Isso é o 10. Uma mulher que você deixe em casa e te trai com o seu pai e o seu irmão (ao mesmo tempo), tira dinheiro deles pra não contar pra sua mãe e faz jogo duro só com você pra você pensar que ela é de família tá bem perto do zero.

A COMPLEMENTARIDADE DOS VETORES

Agora, o pulo do gato: cada característica dessa é um vetor, e os 3 são complementares: se uma pessoa tem muito de um, tem menos dos outros dois. O que isso quer dizer?

A TEORIA NA PRÁTICA

Que quando eu vejo uma mulher extremamente linda na rua, daquelas que causam acidentes, imediatamente penso: “ok, ela é muito bonita. Agora só resta saber se é burra ou filha da ****.”

O mesmo vale pros outros dois vetores. Obviamente, a maior parte da população não tem um vetor saliente. Isso quer dizer que os 3 vetores podem ter valores médios e aceitáveis. Mas cabe a você dizer o que é aceitável.

A VELOCIDADE DE CADA VETOR

A beleza é a característica que vemos primeiro, que conhecemos primeiro numa pessoa. Se você vê uma mulher numa boate, ou te apresentam uma garota na faculdade, você só vai saber da inteligência dela mais tarde, e do caráter, muito mais tarde ainda.

Portanto, o que isso quer dizer é que as pessoas com um vetor alto de beleza normalmente têm alta rotatividade de parceiros – porque em seguida são dados a conhecer seus outros vetores, que por serem mais baixos, normalmente levam a relação pro brejo. Por isso, a beleza é o vetor que inicia os romances relâmpago – boate, bares, festas, shows, carnavais.

Com a inteligência, isso acontece mais tarde. Você precisa realmente passar algum tempo com a pessoa pra saber se ela é ou não inteligente. Atividades mais regulares e que evidenciam uma habilidade devem ser as preferidas de quem valoriza esse vetor: cursos de línguas, música, cinema, culinária, etc. Pois também são boas as oportunidades de conhecer pessoas do sexo oposto.

Com o caráter, isso acontece ainda mais tarde do que com a inteligência, porque a pessoa precisa conhecer suas ações pra avaliar seu caráter, e isso leva tempo. Portanto, atividades diárias e regulares são as mais indicadas: trabalho, faculdade, colégio, e trabalhos sociais ou religiosos. Contanto que nesses lugares haja pessoas do sexo oposto. Este é o vetor mais lento, mas o mais estável, em que a rotatividade de parceiros é menor.

ANOMALIAS

Sim, existem casos raríssimos de anomalias: pessoas feias, burras e escrotas contra pessoas lindas, brilhantes e santas, mas a parcela dos dois casos é tão ínfima que pode ser desprezada (obviamente, a anomalia positiva é muito mais rara).

CONCLUSÃO

Desde o momento em que foi formulada – em 96 – até hoje, milhares de litros de chope foram gastos em bares comprovando a teoria, e ainda não foi encontrada nenhuma falha.

7 Comentários

    1. ZNP
      ·

      Grande raz!

      É isso aí! Publiquei originalmente em 2005! Está na wiki? Lembro de um outro site. Aliás, volta e meia alguém copia em algum blog. Na época, o texto ficou bastante conhecido no fórum! Mas é só uma brincadeira mesmo! 😉

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  1. ·

    Um clássico realmente.
    Me lembro bem (na verdade, vagamente) do dia que a ouvi, pronunciada pelo próprio criador.

    Deve ter sido numa Cobal da vida

    Responder

  2. ·

    “A Teoria dos 3 Vetores é uma maneira de entender uma pessoa em pouco tempo. Principalmente as do sexo oposto, apesar de valer pra qualquer pessoa.”

    “Contanto que nesses lugares haja pessoas do sexo oposto.”

    Para que a heteronormatividade rs?

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    1. ZNP
      ·

      Oi F! Fui salvo pelo disclaimer, que veio antes do texto. Além do mais, mesmo sendo o mais leniente possível, esse texto é só um exercício (supostamente divertido) de preconceito. Ou assim parecia em 96. Tipo de coisa que a gente conta só pros amigos mais próximos – só pra não ser julgado (em público). Agora é tarde. 😀

      Obrigado pelo comentário!

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